Opa! Tá bão? Tão tá bão então.
Tem algo que gostaria de ter postado aqui antes mas acabei esquecendo. Fato que na hora, pra mim, foi hilário.
Tava eu andando com Freud, meu cachorro, quando um cara bem bêbado me parou na rua e perguntou as horas. Daí eu peguei o celular, olhei e disse:
- São onze horas.
Daí ele olha pro céu e diz intrigadíssimo:
- Da noite?
- Mula! - pensei. - Sim, senhor, onze horas da noite.
E ele: - Tem certeza?!
(Súbita vontade de cuspir em sua cara) - Claro que tenho!
Aí que vem a bomba. O cara ficou olhando pra mim com os olhos e a testa franzidos enquanto se embalava na brisa da embriaguez, como se estivesse pensando na questão que salvaria a humanidade da total desgraça, quando colocou os bracinhos na cintura com as mãos fechadas e concluiu em forma de pergunta:
- Então eu tô fudido, né?
Quando percebi que Freud, o cachorro, estava com aquele olhar pensativo, talvez imaginando o motivo de aquele ser humano estar se balançando tanto, comecei a pensar no discurso que se passou na mente desse cara.
Será que ele tinha que chegar em casa enquanto era dia ainda? Será que ele nem deveria ter saído de casa? Tá aí uma coisa que nunca saberemos. Mas que foi comédia foi.
Falando em bêbados, parabéns, Livuxa! Feliz aniversário! Os Sevandijas lhe desejam tudo de bom. Não que você tenha ficado igual nosso amigo, mas me lembrei ao acaso.
Então é isso aí: que essa história sirva de lição pra quem não sabe beber. Pra quem abusa. O que não é o caso de nenhum Sevandija. A gente nem bebe!
A lição que tem que ficar é: se for beber, saia com um daqueles relógios do Sílvio Santos, aqueles que "falam" as horas. Assim, você evita se confundir entre dia e noite.
E ó: antes que comecem a falar merda, post é sobre bebedeira, bêbados e tal. Nem adianta querer me sacanear por causa do Freud, o cachorro. Pra isso, mais pra frente eu faço um post.
Beijo nas crianças!
By Mazzetti.